<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083</id><updated>2012-02-10T11:44:11.795-08:00</updated><title type='text'>Literatura, Música e Cinema</title><subtitle type='html'>Escrever é um passo edificante,mas que nos consome. Atiro-me ao segredo para ser devorado pela necessidade incomensurável de expressar as idéias, os medos, as falhas e as certezas não consumidas pelo oficio da escrita.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-1433211248890745065</id><published>2011-04-25T11:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T12:01:08.089-07:00</updated><title type='text'>SHOW</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZmFFvZybnY0/TbXDwyRWhfI/AAAAAAAAAMw/mfugeuZteBk/s1600/Foto0611.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599596954600769010" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZmFFvZybnY0/TbXDwyRWhfI/AAAAAAAAAMw/mfugeuZteBk/s400/Foto0611.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nanda Coelho e Banda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nanda Coelho&lt;br /&gt;Jair Mattos&lt;br /&gt;Silas Battos&lt;br /&gt;Joel Silas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-1433211248890745065?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/1433211248890745065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=1433211248890745065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1433211248890745065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1433211248890745065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2011/04/show.html' title='SHOW'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZmFFvZybnY0/TbXDwyRWhfI/AAAAAAAAAMw/mfugeuZteBk/s72-c/Foto0611.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-3514919243079547421</id><published>2010-12-24T05:21:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T13:25:20.826-08:00</updated><title type='text'>Natal</title><content type='html'>A falsa solidariedade de quem assiste de cabine à despedida dos valores cristãos? O cristianismo é uma falsa segurança aos cristãos modernos, não creio que sejam melhores dos que muçulmanos, judeus, espíritas, mesmo que alguns também se julguem cristãos e, apesar disso tudo, é uma festa celebrada por todos que se conscientizam da necessidade de valores positivos e humanos. O que torna seco este momento de regozijo e alarde humanitário é o fato da hipocrisia que impera em certas instituições, há uma igreja no bairro do Tatuapé que se revestiu de uma parede de vidro para afastar os andarilhos que dormiam debaixo da soleira da igreja, fato que se torna surpreendente, considerando que essa igreja é católica e que pretensamente se diz universal como a alcunha se traduz em vulgar.Por mais insano que pareça, são os cristãos que mais se enojam da serenidade do ato samaritano, celebram um momento pela beleza ritualística, carregam os aromas dos banquetes com segurança de que não serão invadidos na santa paz dos seus lares por famintos insaciáveis em busca de comida, diria até, em busca do calor, mas estamos nos trópicos, então se desfaz a imagem dos fantasmas dos natais passados, como exemplificou Dickens.&lt;br /&gt;A pobreza não assusta mais, os programas de governo amenizaram o impacto da fome, do trabalho infantil ainda escravo, mas há empresas que monopolizam num discurso de compreensão laboriosa, exigindo que seus operários aceitem as condições de pagamento, pois não conseguem cumprir os compromissos devidos, todavia cobram pontualidade, entrega e dedicação dos trabalhadores em troca da manutenção dos seus míseros empregos. Solidariedade cristã que nos enche de orgulho!&lt;br /&gt;Deus deve estar sentado em uma poltrona de fina seda de nuvem e vendo a retrospectiva 2010 numa tela de cristal líquido forjada em raios lunares, talvez pense:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “O que fiz de errado”, “Deixa isso assim, 2011 é outro ano, depois eu resolvo” “ Pedro, traga-me mais vinho, isso aqui já deu o que tinha que dar!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dessa forma desligue o aparelho virtual, mas por engano, apertara um botão e....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo escuro, as luzes apagaram antes do sinal vermelho. Essa será nossa transmissão. O caos estalará na esfera humana! O jornal Nacional se despede! Boa noite!&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-3514919243079547421?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/3514919243079547421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=3514919243079547421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3514919243079547421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3514919243079547421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2010/12/natal.html' title='Natal'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-8182638638440020857</id><published>2010-10-16T05:44:00.000-07:00</published><updated>2010-10-16T05:45:02.153-07:00</updated><title type='text'>MULHER DE JOSÉ SERRA FEZ ABORTO</title><content type='html'>MULHER DE JOSE SERRA FEZ ABORTO (Denuncie)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano XI - Número 3940 Ex-alunas de Monica Serra confirmam relato sobre aborto 14/10/2010 15:06, Por Redação, do Rio de Janeiro e São Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monica Serra optou por não se pronunciar sobre relato de ex-alunas Alunas da então professora de Psicologia do Desenvolvimento aplicada à Dança, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Monica Serra, confirmaram nesta quinta-feira estar presentes à aula em que a mulher do presidenciável tucano, José Serra, relatou ter sido levada a interromper a gravidez, no quarto mês da concepção. A coreógrafa Sheila Canevacci Ribeiro revelou o fato após o debate realizado domingo, na Rede Bandeirantes de TV, em sua página na rede social Facebook. Colega de Sheila Ribeiro, a professora de Dança de um instituto federal de Brasília, que preferiu não ter o seu nome citado “por medo do que essa gente pode fazer”, afirmou, lembra que no primeiro semestre de 1992, no segundo período que cursava na Unicamp, o depoimento de Monica Serra a impressionou. Ela estava sentada no chão em uma sala de dança, onde não há móveis e apenas um grande espelho e a barra de exercícios, ao lado das colegas Kátia Figueiredo, que mora atualmente na Suécia, Ana Carla Bianchi, Ana Carolina Melchert e Érika Sitrângulo Brandeburgo, entre outras estudantes, residentes aqui no país. – Eu confirmo aqui o depoimento da Sheila Ribeiro. Foi aquilo mesmo. A professora Monica Serra nos relatou que havia feito um aborto em um período difícil da vida do casal, durante a ditadura militar. Foi um fato tocante, que marcou a todas nós. Lembro-me que o assunto surgiu quando ela falava sobre a dissociação do corpo e a imagem corporal, que até hoje dirige meu comportamento – disse. Pressão Sheila Ribeiro, após o protesto consignado em sua página, disse nesta quinta-feira que, apesar da pressão dos meios de comunicação e de eleitores de todo o país que passaram a visitá-la no Facebook, não se arrepende de ter relatado a sua indignação ao perceber a mudança de atitude da professora que, em 1992, revelava às alunas um episódio marcante na vida de qualquer mulher, como o aborto realizado diante o exílio iminente, ao lado do marido, e a possível primeira-dama que, em uma campanha política, acusa a adversária do casal de “matar criancinhas”. – Pior do que isso foi o silêncio do Serra, que deveria ter saído em defesa da mulher, fosse qual fosse a situação em que se encontrava ali, diante das câmeras – emendou a ex-aluna de Monica Serra. Coreógrafa e doutoranda em Comunicação e Semiótica, na PUC de São Paulo, Sheila Ribeiro mora em uma “praia linda” e, apesar de estar no centro de uma discussão que mobiliza o país, faz questão de seguir a sua rotina de estudos e de trabalho. – Procuro me manter leve. Respiro – diz, emocionada. Sheila tem recebido, ao lado de agressões de partidários dos dois candidatos, o apoio dos amigos e “mesmo de estranhos que entenderam a minha indignação”, afirma. Das colegas que estavam ao seu lado, na oportunidade em que a mulher do presidenciável tucano optou por revelar um momento difícil da vida, também recebe a solidariedade e o apoio. – Estou aliviada por ter visto a Sheila questionar toda essa hipocrisia que permeia a sociedade brasileira. Ela foi muito corajosa e só merece nosso aplauso – conclui a colega que, hoje, mora em Brasília e se destaca pelo trabalho também na área da coreografia e da dança. Sem resposta Com as novas entrevistas realizadas pelo Correio do Brasil, nesta quinta-feira, a reportagem voltou a procurar o presidenciável tucano na tentativa de ouví-lo acerca dos depoimentos das ex-alunas da mulher dele, Monica Serra. O CdB o procurou, novamente, no Twitter, às 12h41: “@joseserra_ Senhor candidato. Três outras ex-alunas confirmaram o relato sobre o aborto feito por sua esposa. O sr. poderia repercutir isso?” Da mesma forma, foram encaminhados e-mails à assessoria de imprensa que, por intermédio de uma das assessoras, acusou o contato do CdB e ponderou que, se até o fechamento desta matéria, às 15h04, não houvesse qualquer resposta do candidato, como de fato não ocorreu, o fato deveria ser interpretado como sua recusa em tocar no assunto, em linha com a decisão tomada durante o debate.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-8182638638440020857?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/8182638638440020857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=8182638638440020857&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8182638638440020857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8182638638440020857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2010/10/mulher-de-jose-serra-fez-aborto.html' title='MULHER DE JOSÉ SERRA FEZ ABORTO'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-5574654649257060051</id><published>2010-04-09T06:55:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T15:19:29.823-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;Rio de Janeiro, segunda-feira de abril, ano 2010. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;Toda atenção voltada para as ruas alagadas, morros desfazendo-se a água abaixo, corpos estendidos na calçada, o choro estampado nas faces lamacentas, o grito escondido na garganta, é o caos instaurado pelas forças da natureza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A cena da tragédia anunciada é recorrente na cidade maravilhosa, se voltarmos os olhos para o ano de 1996, precisamente, entre os dias 12 e 15 de fevereiro desse ano, a metereologia registrou um índice de 305,6mm, segundo o site C&lt;strong&gt;limatempo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Apesar da experiência negativa nesse ano, o Rio de Janeiro sofreu novamente com as chuvas no inicio do ano, só que dessa vez, em abril de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;O horror causado pelas chuvas, pela falta de preparo prévio, isto é, medidas de prevenção diante da iminência desse fenômeno, poderiam ter evitado tantas mortes; até ontem 110 pessoas mortas. Um número que estarrece a crítica. Todavia, a sociedade brasileira deveria prestar atenção ao que esteve em torno desse episódio, o estádio do Maracanã, que seria palco da partida entre Flamengo e LDU pela Libertadores da América, foi interditado da quarta para quinta-feira, devido ao mau estado do gramado e das suas dependências. O jogo havia sido vetado pela secretária de esporte do R. Janeiro, MARCIA LINS, porém, o governador do Estado, Sérgio Cabral, autorizou a partida, numa atitude política e sem sentido! A cidade sofrendo com água e lama, pessoas mortas, corpos sendo tirados dos escombros, um cenário de guerra como afirma Eugênio Bucci sobre as chuvas no ano de 1996, comparando aquele cenário com a foto de Nick Ut de uma menina em carne viva, sobrevivente da guerra do Vietnã:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quarta-feira, no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jornal Nacional&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, foram ao ar cenas mostrando os estragos feitos pelas chuvas no Rio de Janeiro. Multidões em procisão pela beira da estradas lembravam o Vietnã. Eram miseráveis que perderam o nada que tinham para as chuvas, aglomerando-se por acostamentos, rumando para o lugar nenhum&lt;/span&gt;.(BUCCI, 1996, p.64-65)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;A situação de penúria e abandono podia ser vista em todos os tablóides do Brasil e do mundo. O homem não se ocupa em melhorar as condições dos moradores em zona de risco, o interesse só acontece circunstancialmente em época de eleição ou como foi mostrado para a campanha dos jogos panamericanos e olímpicos, ressaltam a beleza natural, mas esquecem-se de que ao mexerem com a natureza, desestabelizam o meio ambiente. Morros invadidos pela pobreza, os barracos amontoados um sobre os outros, fruto do desmando que cerca o país e que inicia ainda quando o Rio de Janeiro era capital do império de D. Pedro II. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:130%;"&gt;Professor Ms. Erivaldo dos Santos &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-5574654649257060051?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/5574654649257060051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=5574654649257060051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/5574654649257060051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/5574654649257060051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2010/04/rio-de-janeiro-segunda-feira-de-abril.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-7804465210642437243</id><published>2009-07-17T05:49:00.000-07:00</published><updated>2009-07-17T07:19:08.646-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ecologistas iriam morrer se vissem o que nós vimos nessa semana em Campos do Jordão, no Pico Itapeva, deteriorização do espaço natural, as montanhas recebendo um fluxo de turistas admirados pela beleza local, porém que beleza, pois o que foi visto foi um amontoado de caixotes,  porque é o que parecem os quiosques do comércio alojados no topo do pico mais alto de Campos. Um monte de gente te oferecendo de tudo, lãs, blusas, imitações de grifes famosas, bibelôs, etc. Isso significa que a vista que seria privelegiada, ficou comprometida, não há como ver o topo, as configurações montanhosas, os vales, nem as cidades anunciadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Capitalismo, ou melhor, a necessidade de sobrevivência faz com que o homem se multiplique para atender os desejos de consumo, consume-se tudo que está a volta do homem, todavia, o que se viu, foi um desejo predador, não há como apreciar a natureza, se alguns comerciantes sem escrupúlos, enxergam a visita como uma maneira de se ganhar dinheiro. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O personagem Jacinto, da novela "A cidade e as serras", morreria se fosse um ser real, o conflito de interesses entre a civilização e a natureza, faz com que o homem não perceba que está produzindo a sua própria bomba-relógio.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-7804465210642437243?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/7804465210642437243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=7804465210642437243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/7804465210642437243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/7804465210642437243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2009/07/os-ecologistas-iriam-morrer-se-vissem-o.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-2117941824209854771</id><published>2009-03-29T09:01:00.000-07:00</published><updated>2009-03-29T11:56:11.581-07:00</updated><title type='text'>Loucura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;LOUCURA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dia amanhece, pensa-se que será um dia como outro qualquer. Sai-se de casa rumo à escola, lugar onde se trabalha arduamente, máquinas de fabricar o controle pedagógico, fabrica do controle ideológico das pequenas cabeças ávidas pela liberdade que o "estatus quo" privilegia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O "11 de setembro" jamais será apagado das memórias ocidentais e, com certeza, será celebrado em lares mulçulmanos como o natal dos cristãos, o ressurgir de uma consciência da pós-modernidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez o ato seja uma afronta ao modelo vingente, da segurança pedante do ocidentalismo; não que houvesse uma "belle epoque" neossecular , todavia, um soco na bárbarie invertida da cultura daqueles que podem, porque assim o são atribuídos pela mídia e pelo capital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um gesto de descontrole dentro do cinema ou um protesto à cultura de massa que fabrica e ressurge os "Rambos" e os "Capitães Nascimentos", dezenas de pessoas feridas e mortas, um estudante de medicina, que a princípio estudava para salvar vidas, ou talvez, desfilaria na indústria da beleza "urbanite". Um ato de loucura que é visto como um tresloucamento subjetivo e isolado dos tablóides, sem o alarde reflexivo, a não ser as leituras policianescas de domingo que clamam por justiça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O domingo passa e a loucura, insanidade que permite o isolamente de uma razão, razão que destila outra imagem do real, segundo Kant. A loucura torna o indivíduo dono da própria consciencia, dono de uma razão que o deixa alheio aos valores da sociedade, alheio ao que socialmente é correto, moral e ético. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Nietzsche, a loucura aproxima o indivíduo dos deuses, aos artistas que criam em genialidade, é a consciência necessária de uma sociedade que teima em padronizar as paixões, em reprimi-las, a fala do bêbedo na praça é reveladora da hipocrisia que mascara as relações humanas, agir de maneira tresloucada em certas situações atenta para a real situação da insanidade e da bárbarie em que se encontra o homem moderno. Não somos tão diferemtes dos animais que vasculham o lixo para o alimento que sobra das mesas mais requintadas da &lt;em&gt;socialite &lt;/em&gt;global. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ratos que escoam pela penúria do descaso com as crianças, velhos e doentes mentais que por mais que sejam doentes, possuem um visão de mundo muito mais construída do que destruída pelos valores a eles herdados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A loucura, segundo Nietzsche, é um plano revelador de um saber que de certo torna-se fatal, por outro lado, a loucura consiste na necessiade de revelar os instintos essenciais à sobrevivência do sujeito. Interessa, portanto, que o individo continue sendo sujeito e não objeto de uma vontade social, revela, pois, a vontade como denúncia de um sociedade controladora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqueles que ousaram revelar a verdade de uma sociedade foram vistos como loucos, justamente para desfazer a crença da realidade escusa que se oculta pelo jogo de espelhos sociais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na novela "Watchmen" de Alan Moore, há um personagem, Rorschach, que "é um psicopata às avessas, considerado o terror do submundo e um fugitivo da justiça". Dentro dessas características, o persoangem é a consciência de uma trama que se revela absurda, mas verdadeira. Busca a verdade por trás de um crime, porém, o que encontra é uma conspiração internacional, feita pelo ex-herói Ozymandias (Adrian Veidt) para salvar o mundo da aniquilação nuclear.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rorschach é morto após saber da verdade que atribuia os ataques às grandes cidades, como ação do Dr. Dr. Manhatan, um semi-deus, pois, nesse ínterim, os fins justificam os meios. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A voz do louco-psicopata Rorschach é a voz da verdade por trás da trama de uma busca de paz, mesmo sob a morte de milhões de pessoas. A HQ dialoga com o pensamento nietzscheano de que a loucura é uma consciência que deve em algum momento ser calada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As novas ideias são reveladas pela fala do louco, que visualiza aquilo que está além da compreensão do homem-médio, assim foi Einstein, Galileu, Newton, Sócrates e Nietzsche, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não quero com isso justificar o crime "quase" como resultado da cultura imagética da arma hollywoodiana ou o atentado como sendo um ato de verdade e aceitá-lo como forma de resistência ao imperialismo americano, mas esses gestos, guardados os contextos, revelam que algo está errado na sociedade das câmeras, da internet, da comunicação imediata, que torna o cinema um veículo de verdades e ideologias, numa sociedade que aceita o sacrifício de uns em prol de outros; a cúria católica condena milhares de africanos à morte em nome da fé, do dogma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O utopismo da fé que salva a alma e condena o corpo, como disse Ferreira Gullar em artigo na Folha de São Paulo: "Em que se baseia a razão e a loucura?" "Qual é o parâmetro de sê-lo esse ou aquele?" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dor dos loucos não deve ser menor que a dos sóbrios! Caso seja, deixe que o esquadrão da morte resolva, pois cabe a eles fazerem o serviço sujo que a sociedade não quer ver em suas portas. " A morte do leiteiro" não mancha mais o leite das nossas crianças, bebe-se o rosa dessa conjunção lácteo-sanguínea que o amanhecer oferece. Depois dizem que o vampiro é Nosferatu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Erivaldo dos Santos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2117941824209854771?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2117941824209854771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2117941824209854771&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2117941824209854771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2117941824209854771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2009/03/loucura.html' title='Loucura'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-1790042252928287090</id><published>2009-02-13T19:03:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T19:54:38.232-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SZZAcoU1PGI/AAAAAAAAAL0/fChqU1w_GsQ/s1600-h/blade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302496471880645730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SZZAcoU1PGI/AAAAAAAAAL0/fChqU1w_GsQ/s400/blade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui ficam as poucas impressões de um magister. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tempo do homem passou, agora é o tempo da máquina, o homem-máquina, visível, amarrado pelas engrenagens da precisão controladora do olhar de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O relógio toca e acena o atraso dos passos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fico a pensar que o meu maior desejo era ter a tecnologia a mercê da minha vontade, todavia, essa vontade sucumbiu à vontade do ferro, dos dígitos decimais, que transformam a imagem num espaço virtual, não há papel, não há escrita; há um amontoado de combinações decimais que se revelam um simulacro existencial da nossa vil realidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ofício de professor deixou de ser uma atividade humana, um movimento de troca de saberes, para dar lugar a busca do controle da ação pseudo-pedagógica de uma modernidade capenga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qual o caminho para se buscar a humanidade? Frankenstein era humano no seu tecido decomposto e putréfido, rumava perdido em busca da origem paterna, que em futuro desfecho iria saber o medo que sua imagem causava aos homens. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A rejeição do amor humano, a negação do belo da humanidade, a ausência do espaço social, fatores que viabilizam a feitura do monstro latente no homem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que poderia manter a criatura viva, dentro dos padrões da existência, deixaria de se , para dar lugar ao horror, à vingança, à morte. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A criatura persegue o criador até os confins da terra para retribuir um pouco do ódio e da rejeição recebida por onde passava. O desfazer do nó dramático é dado no trabalho de ficcionalizar os fatos narrados na confissão derradeira ao capitão da embarcação que também era fruto da fúria da natureza diante da inércia humana. Morto o criador, a criatura também sucumbiria!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Eu robô, Isac Assimov, propõe uma "Metrópolis" desprovida da sensatez, a crueldade humana passada às máquinas pelo homem. O domínio da tecnologia a serviço do ofício incalculável dos mega-bits. A revolta das máquinas contra os homens (o criador).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessa saga, não é apenas uma criatura híbrida, mas criaturas metálicas que coordenadas por um cerébro artificial, que resolve preservar a vida humana, exterminando-a, pois entende que a sociedade não conseguiria auto-proteger em função do teor de violência e desrespeito aos princípios da convivência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O velho Gepeto fabrica um boneco desengonçado que recebe a dádiva do movimento e fala, assume ao passar do contato com outros seres os vícios humanos, busca incessantemente a criança dentro dele mesmo. Sofre e é enganado, faz sofrer e engana o velho Gepeto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mal sabe o Pinóquio, que já era humano por errar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O conto falha ao dar à humanidade características morais impossíveis de se alcançar, mas que ao cometer erros e ter a consciência (o grilo falante era uma consciência fora do sujeito) que o alertava, demonstra que a busca pela humanidade inerente à ficção, perde-se quando nós buscamos a perfeição do controle das ações maquinárias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis o novo papel da educação contemporânea: o controle, não o controle da criança, mas do docente, das práticas pedagógicas exercidas por ele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece-me que o jogo do real e da ficção troca de lugar os personagens. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A nossa potência criadora está morredoura na busca do homem em ser e de tornar os outros máquinas de padronizar as crianças, de modelar as máscaras de um baile que já nasce findado!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para que educar as crianças, se homem terá o prazer de fazê-las mais tarde em máquinas de controle deles mesmos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem é o pai do homem, mas a máquina quererão ser os avós dessa paternidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-1790042252928287090?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/1790042252928287090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=1790042252928287090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1790042252928287090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1790042252928287090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2009/02/aqui-ficam-as-poucas-impressoes-de-um.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SZZAcoU1PGI/AAAAAAAAAL0/fChqU1w_GsQ/s72-c/blade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-8131909915075728712</id><published>2009-01-17T05:41:00.001-08:00</published><updated>2009-01-17T06:21:02.547-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Celebração ao que virá&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Durante a semana fiquei pensando sobre as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;possíveis&lt;/span&gt; mudanças que uma virada de ano possa propiciar. Fico imaginando que milhares de pessoas fazem a mesma coisa: criam &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;expectativas&lt;/span&gt; sobre o  ano vindouro. Anseiam por transformações particulares, reformas espirituais que possam fazê-los pessoas melhores, que possam ganhar na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Mega&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Sena. Que cessem as guerras, que os conflitos entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;palestinos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;israelenses&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; sejam pacificados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Construimos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;projetos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; para nossas vidas, fazemos promessas, há o desejo de que tenhamos as forças necessárias para cumpri-las, todavia, o que sobra dessas ilusões passageiras é o desconforto de saber que não serão cumpridos os desejos, as promessas e as &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;expectativas&lt;/span&gt; para um mundo melhor. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não quero dizer que sou um pessimista ou um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;cético&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, creiam-me, não sou um desiludido ou fracassado que atira a dor e responsabilidade nas forças do destino, mas pelo contrário do que disse antes, acredito na energia de transformação do ser humano, que é regido justamente pelo desejo de mudança, pelo sonho e pela vontade de ser o diferente, de fazer o diferente. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Homem é aquele que se presta ao sonho, mesmo sabendo que o segredo da realização está em deixar de sonhar para construir um desenho daquilo que se quer como algo real, concreto e palpável.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O homem do século XXI desfaz-se das fábulas, das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;historietas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, dos contos de fadas, mas torce ardentemente pela culpabilidade das"Floras". Torce pelo castigo da alma? Não, torce pelo castigo do corpo. Impera o maniqueísmo fluído das relações morais vigentes do século XIX. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Todavia, o roteirista insiste em criar um nova "utopia" na ilha da felicidade momentânea: dona de casa, submissa, acovardada pela censura social e até materna, descobre que o marido é um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;crapúla&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;cafajeste&lt;/span&gt;, e então, separa-se dele que cai no fosso existencial, vai amargar as profundezas do abandono, do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;desamor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e desprezo; nada mais justo para um homem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;preconceituoso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, amargo e violento. O último golpe salvador das linhas do roteiro &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;novelístico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; vem da voz da filha, garota-mãe jovem, beirando seus quinze anos, em seguida o o namorado aproxima-se perguntando o que o pai dela fazia ali, ela, com lágrimas e um misto de sorriso &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;diz&lt;/span&gt; que o pai viera se despedir. Um final feliz &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;para o&lt;/span&gt; jovem casal. Final feliz que não se reproduz nas periferias urbanas de São Paulo, cidade escolhida para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;cenário&lt;/span&gt; da trama. Final feliz para os envolvidos com as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;tramoías&lt;/span&gt; de Flora contra a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Donatela&lt;/span&gt;. O bem sempre vence, pelo menos da ficção. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Espera-se que haja uma mudança mundial, que os bancos abaixem os juros, que a esquerda seja social e humana e que não ceda à pressão do jogo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;econômico&lt;/span&gt;, que Obama seja o presidente redentor das minorias, que possivelmente não será, mas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;espera&lt;/span&gt;-se que seja. Esperamos que o nosso &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;time&lt;/span&gt; seja campeão, é a esperança da torcida que se massacra e massacra os adversários na impotência de uma prece rezada ao altar do santo padroeiro. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As romarias à Aparecida do Norte servem de alento ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;subjulgar&lt;/span&gt; das dores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;carnais&lt;/span&gt; e anímicas, mas ninguém sabe quem será o vencedor do Carnaval 2009.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tudo embolado no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;balaio&lt;/span&gt; de gato que é tecido junto aos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;folguetes&lt;/span&gt; de artifício pagão que sucede a maior festa cristã: 25 de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;dezembro&lt;/span&gt;-Natal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;" vamos celebrar tudo isso:&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Eros&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Tanatos&lt;/span&gt;" &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-8131909915075728712?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/8131909915075728712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=8131909915075728712&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8131909915075728712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8131909915075728712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2009/01/celebrao-ao-que-vir.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-2096345576064860237</id><published>2008-09-09T15:07:00.000-07:00</published><updated>2008-09-09T15:10:47.628-07:00</updated><title type='text'>Catarse degeneradora</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SMb0VYnysgI/AAAAAAAAAIA/SDb6-AOFsBw/s1600-h/moebius%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SMb0VYnysgI/AAAAAAAAAIA/SDb6-AOFsBw/s400/moebius%5B1%5D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244147464343302658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manchete mutilada&lt;br /&gt;decepa a tragédia urbana.&lt;br /&gt;porque Medéia esquarteja os filhos,&lt;br /&gt;porque Édipo assassina Laio, &lt;br /&gt;porque o destino assim o quis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saio do palco refeito&lt;br /&gt;das dores que o mundo representa&lt;br /&gt;sei que isso matrix já disse,&lt;br /&gt;tudo é irreal, falso, caverna-alegoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estanco na banca:&lt;br /&gt;Mãe esquarteja enteados&lt;br /&gt;isso não é grego&lt;br /&gt;isso é São paulo&lt;br /&gt;em palco periférico&lt;br /&gt;da dor suburbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã me deleito&lt;br /&gt;na manchete das oito&lt;br /&gt;novela cômica&lt;br /&gt;farsa grotesca&lt;br /&gt;da inversão da barbárie.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2096345576064860237?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2096345576064860237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2096345576064860237&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2096345576064860237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2096345576064860237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/09/catarse-degeneradora.html' title='Catarse degeneradora'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SMb0VYnysgI/AAAAAAAAAIA/SDb6-AOFsBw/s72-c/moebius%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-1178443864852440102</id><published>2008-09-01T06:03:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T06:04:31.642-07:00</updated><title type='text'>reflexo</title><content type='html'>Desato o ato impreciso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vigio o marcado selo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fabrico o reles motivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de querer estar vivo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-1178443864852440102?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/1178443864852440102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=1178443864852440102&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1178443864852440102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1178443864852440102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/09/reflexo.html' title='reflexo'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-6721129247258010609</id><published>2008-08-30T09:06:00.001-07:00</published><updated>2008-12-29T08:37:05.251-08:00</updated><title type='text'>Sesão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SLlww61dDhI/AAAAAAAAAHs/8_ePWdwaw0s/s1600-h/Imagem+20.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240343627151773202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SLlww61dDhI/AAAAAAAAAHs/8_ePWdwaw0s/s400/Imagem+20.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarde nuvens&lt;br /&gt;fogo brasa&lt;br /&gt;água corrente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;medo tardio adolescente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;boca aberta chuva seca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tremor febril verde vermelho&lt;br /&gt;amarelo zumbido zzzzzzzzz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mosquito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a tarde se enche dessa visão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;confusão maledicente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da dor que leva a gente para outro lado lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;terceira margem do rio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-6721129247258010609?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/6721129247258010609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=6721129247258010609&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/6721129247258010609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/6721129247258010609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/08/seso.html' title='Sesão'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SLlww61dDhI/AAAAAAAAAHs/8_ePWdwaw0s/s72-c/Imagem+20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-5743468278257556446</id><published>2008-06-18T16:39:00.001-07:00</published><updated>2008-06-18T16:39:19.089-07:00</updated><title type='text'>MPB</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" allowScriptAccess="always" width="250" height="332" id="widget" align="middle"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.soundflavor.com/flash/loader/widgetLoader.swf?widget=sfPlayer%2Eswf&amp;pid=1408933&amp;&amp;preview=false&amp;loop=false&amp;autoPlay=false&amp;title=eridos%27s%20playlist%20%28version%205%29" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.soundflavor.com/flash/loader/widgetLoader.swf?widget=sfPlayer%2Eswf&amp;pid=1408933&amp;&amp;preview=false&amp;loop=false&amp;autoPlay=false&amp;title=eridos%27s%20playlist%20%28version%205%29" quality="high" wmode="transparent" bgcolor="#ffffff" width="250" height="332" name="widget" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" &gt; 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de imponente cuidados,&lt;br /&gt;rasga o medo ao acaso!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;passe aqui perto que estou aqui em olhos&lt;br /&gt;em vistas invista revista o que nã0 seja visto.&lt;br /&gt;Fica assim, drenado desse jeito,&lt;br /&gt;o rio poluídos não confunde as nádegas do carnaval....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2077037214629725478?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2077037214629725478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2077037214629725478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2077037214629725478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2077037214629725478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/04/desacato.html' title='Desacato'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-9193701477641384003</id><published>2008-03-14T12:32:00.000-07:00</published><updated>2008-03-24T14:41:54.658-07:00</updated><title type='text'>"Ânsia análoga a Ânsia"</title><content type='html'>Desgostos, atados, atravessados,&lt;br /&gt;repercurtem ínfimos comentários,&lt;br /&gt;tamanha rutilância hipocondríaca&lt;br /&gt;que resta em parlatório desnudado.&lt;br /&gt;satisfazem lauréis comedidos em faces entorpecidas,&lt;br /&gt;do adocicado laudar em versos não entendidos.&lt;br /&gt;farsa da palavra lingüística que o verbo hodierno não conjuga.&lt;br /&gt;Ah! Déspotas da palavra não esclarecida,&lt;br /&gt;românticos tupiniquins,&lt;br /&gt;dadores de receitas de ego,&lt;br /&gt;Amaldiço-os por não serem poesia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-9193701477641384003?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/9193701477641384003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=9193701477641384003&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/9193701477641384003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/9193701477641384003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/03/nsia-anloga-nsia.html' title='&quot;Ânsia análoga a Ânsia&quot;'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-2445096846052764525</id><published>2008-03-10T15:20:00.000-07:00</published><updated>2008-03-10T15:21:13.681-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>casa&lt;br /&gt; caos&lt;br /&gt; oca&lt;br /&gt; opacavisão&lt;br /&gt; facacorte&lt;br /&gt;Lentopressivo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2445096846052764525?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2445096846052764525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2445096846052764525&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2445096846052764525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2445096846052764525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/03/casa-caos-oca-opacaviso-facacorte.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-3335418704678725050</id><published>2008-02-28T18:49:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T18:55:12.965-08:00</updated><title type='text'>Machado de Assis mestre da periferia</title><content type='html'>&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=oD3f2Pw2LcU"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=oD3f2Pw2LcU&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-3335418704678725050?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/3335418704678725050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=3335418704678725050&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3335418704678725050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3335418704678725050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/machado-de-assis-mestre-da-periferia.html' title='Machado de Assis mestre da periferia'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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/&gt;VeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeelozzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzsssssssssssszzzzzzzssssSsssszzzzzzzzzzzzzzzssssssssssssszzzzzzzzzzzzsssssssssssssszzzzzzzzzzzzsssssssssssssssssonhozzzzzzssssssssssssssssOoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooNnnnnnnnnnnnhhhhhhhoooooooooooooooooooO.+=+=++++==++++++====+++=++@@2%%”””}]}]ººººº]]]]]]\\\\\’\\bzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbzzbzbzzbbzb&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Sued atnacne sodota euq manhimac erbos sa snevun.&lt;br /&gt;Sossap soizav&lt;br /&gt;Ohlo&lt;br /&gt;Acob luza ederv&lt;br /&gt;Aicam&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amac&lt;br /&gt;Sacnarb snevun sued ahlided amu aloiv&lt;br /&gt;Aus abrab acnarb mecet sodnil sojnarra&lt;br /&gt;Et,selec&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ego agape eros fraternos teos iudeus &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2597381450629219464?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2597381450629219464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2597381450629219464&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2597381450629219464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2597381450629219464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/caos.html' title='caos'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R8cuU4kWLEI/AAAAAAAAAD8/m44QLG8ZFpo/s72-c/moebius1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-4461553786681858086</id><published>2008-02-28T13:45:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T13:50:19.843-08:00</updated><title type='text'>deus caminha entre os homens</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R8cshokWLDI/AAAAAAAAAD0/hPvOOR5mEFM/s1600-h/Floripa8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172151653395475506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R8cshokWLDI/AAAAAAAAAD0/hPvOOR5mEFM/s400/Floripa8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deus passeia entre os homens de bicicleta,&lt;br /&gt;seu rosto se esconde na sombra do meio-dia&lt;br /&gt;sua face enrugada relata o absurdo dos seus atos.&lt;br /&gt;Beckett desiludido no arranha-céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segredo espelho dos seus olhos,&lt;br /&gt;relutante, segredo confessado.&lt;br /&gt;Deus olha uma vitrine esportiva,&lt;br /&gt;acena a um manequim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nuvens silenciam o sol&lt;br /&gt;pardo e sombrio,&lt;br /&gt;projetando árvores de agruras e mestiçagem.&lt;br /&gt;Deus joga pedra no lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O riso debochado do palhaço,&lt;br /&gt;na guilhotina da brisa,&lt;br /&gt;estraçalha a carne de um gato.&lt;br /&gt;Deus sorri em silêncio largo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina debruçada no pátio,&lt;br /&gt;espera a bala, sentada,&lt;br /&gt;que corta o morro, parede, janela.&lt;br /&gt;Deus chupa picolé gelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosas e pétalas em seus passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nada, incomensurável vazio,&lt;br /&gt;abandono e rejeição;&lt;br /&gt;explode o corpo amarrado na praça.&lt;br /&gt;Deus descansa na rede, em sono profundo, sussurro no gozo dos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus está escondido na floresta.&lt;br /&gt;Não quer que os homens o encontrem.&lt;br /&gt;Apenas restam os seus passos pequenos&lt;br /&gt;No magma das rochas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada desejo deve ser contido&lt;br /&gt;Oculto&lt;br /&gt;Liberto de outros desejos&lt;br /&gt;Os outros libertos dos outros&lt;br /&gt;Liberto dos libertos&lt;br /&gt;Dos outros&lt;br /&gt;Desejos ocultos&lt;br /&gt;Ocultos dos outros&lt;br /&gt;Dos outros libertos&lt;br /&gt;Dos outros&lt;br /&gt;ocultos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cada palavra deve ser contida&lt;br /&gt;oculta&lt;br /&gt;palavra contida&lt;br /&gt;de outras palavras&lt;br /&gt;oculta de outras&lt;br /&gt;palavras outras&lt;br /&gt;outras ocultas palavras&lt;br /&gt;contidas pelas palavras&lt;br /&gt;palavras outras contidas&lt;br /&gt;contidas palavras&lt;br /&gt;ocultas outras palavras&lt;br /&gt;palavras outras&lt;br /&gt;contidas&lt;br /&gt;outras&lt;br /&gt;palavras&lt;br /&gt;desejos contidos&lt;br /&gt;ocultos em outras palavras&lt;br /&gt;contidos desejos&lt;br /&gt;em palavras ocultas&lt;br /&gt;outros e outras&lt;br /&gt;ocultos ocultas&lt;br /&gt;desejos outros&lt;br /&gt;de outras contidas&lt;br /&gt;palavras&lt;br /&gt;desejos&lt;br /&gt;ocultos&lt;br /&gt;cultos&lt;br /&gt;soltos&lt;br /&gt;desejos&lt;br /&gt;contidos&lt;br /&gt;palavras soltas&lt;br /&gt;palavras ocultas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é certo que passeias&lt;br /&gt;é certo que não vês&lt;br /&gt;é incerto que não se sente&lt;br /&gt;se sente o que é incerto&lt;br /&gt;trocadilho sujo&lt;br /&gt;perene escuso&lt;br /&gt;largo passo amargos olhos&lt;br /&gt;lerdos: letargia lenta lente rente&lt;br /&gt;sente tanta gente&lt;br /&gt;mente&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;pensa&lt;br /&gt;que está ausente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-4461553786681858086?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/4461553786681858086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=4461553786681858086&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/4461553786681858086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/4461553786681858086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/deus-caminha-entre-os-homens.html' title='deus caminha entre os homens'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R8cshokWLDI/AAAAAAAAAD0/hPvOOR5mEFM/s72-c/Floripa8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-3092960688348645700</id><published>2008-02-15T17:12:00.000-08:00</published><updated>2008-03-06T10:04:21.409-08:00</updated><title type='text'>Encontros</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y7BIkWK_I/AAAAAAAAADM/njasqg8kRbE/s1600-h/esta%C3%A7%C3%A3o+da+luz.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167382513120062450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y7BIkWK_I/AAAAAAAAADM/njasqg8kRbE/s320/esta%C3%A7%C3%A3o+da+luz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;O trem partiu empoeirado, palavras ficaram no nó da garganta. Um gosto de incerto invadiu-lhe o paladar. O semblante pesado ameaçava a inércia momentânea, o guarda-estação aproximou-se lentamente, escutava-se o seu respirar pesado, cansado. Atrás de si, a vasta multidão que se esvaia, acenava devorar os poucos instantes de vida. Passageiros vagavam com malas nas mãos, um forte cheiro de café adocicado zombou-lhe as narinas, descuidado espiou sobre os ombros, a plataforma avilta-se num vazio. O olhar gordo do guarda era a companhia e sombra. Declinou-se sobre o banco enferrujado, ponderou languidamente. Largou-se pesado, a sombra esboçara um aceno com algumas palavras " está tudo bem"-"posso ajudar-te?" A boca ressecou-se de repente, os lábios arroxearam numa morbidez de dar dó. Pálido, branco, esboçara uma avidez e face sem coloração, nenhum sangue ousasse passar. Não distante ali, o olho gordo expulsava para fora do globo ocular o espanto e os cuidados.&lt;br /&gt;Primeiro, abriu-lhe o peitoril de camisas alvas. Segundo, limpava das barbas uma espuma lamacenta e viscosa que lhe subia goela a fora, a mancha todos os fios do bigode ralo, terceiro, decidiu pegar água com açúcar; sentiu-lhe o pulso, ousou ouvir o coração. Não era médico, fizera os primeiros socorros. A pele quase porcelana ganhava cor rubra qualquer, lívida e pequena.&lt;br /&gt;A cabeça já não mais pendente para trás, nos braços corriam-lhe o sangue, ergue-se; sacudiu os braços, olhou paradamente para aquele sujeito sem expressão, chamam-no de sombra, sempre com mesuras e cuidados excessivos dos ricos passageiros dos vagões de primeira classe.&lt;br /&gt;Lúcio era pequeno quando o pai o levava pela primeira vez à Estação da Luz. Ficava admirado com a estrutura, o ferro, o relógio, o ir e vir daquele povo apressado. Ficava muito tempo devorar as velhas memórias, revirando para ver se encontrava algo semelhante. O tempo agulha gira pelos seus olhos.&lt;br /&gt;O vulto acenava dizendo era obrigação, que não precisava de qualquer gratificação; mas Lúcio que até então não havia entendido o desfecho da saga particular. Meteu a mão no bolso e sacou de umas poucas notas, valor miúdo em relação ao ato desferido pelo intruso na situação.&lt;br /&gt;O guarda insistentemente gesticulava, fechava os olhos, girava a cabeça em uma negativa não muito convincente, todavia com a face de súbito, revela que aceitaria de bom grado qualquer que viesse.&lt;br /&gt;Lúcio tirara dez notas das que fazem adulto agir como criança, mostrou para o seu anjo articular pensava consigo "quem poderá dizer que não foi um enfarto". Minha vida vale mais.&lt;br /&gt;Mãos esticadas viram-se, abre um olho após o outro, quase que guiado pelo cheiro das cédulas mão esquerda após a direita, porém num instante, suspende a energia dos gestos. Reconta-as paulatinamente, decide das dez entrega-lhe duas pelas pontas dos dedos.&lt;br /&gt;Pensa- "Jamais irá saber o que fazer com tanto dinheiro."&lt;br /&gt;Simultaneamente, o guarda-estação, imagina trocando a boneca da filha; saindo com a mulher num domingo para um refresco no jardim da luz, levar o pequeno na Pinacoteca para ver uns quadros...&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-3092960688348645700?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/3092960688348645700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=3092960688348645700&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3092960688348645700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3092960688348645700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/encontros.html' title='Encontros'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y7BIkWK_I/AAAAAAAAADM/njasqg8kRbE/s72-c/esta%C3%A7%C3%A3o+da+luz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-6432594661459130085</id><published>2008-02-15T16:55:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T17:03:10.047-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y0-IkWK-I/AAAAAAAAADE/IX0xNqhCIdM/s1600-h/moebius2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167375864510688226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y0-IkWK-I/AAAAAAAAADE/IX0xNqhCIdM/s320/moebius2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Desatino sábio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; do silêncio da espera,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; o tique-taque rasgante,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;o roçar de unhas na mesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Cada suspiro à espeita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;de um olhar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;talvez instante em que se largue &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;não seja palavra contida,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;apenas a nuvem que filtra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;o vento na cortina, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;dobre galhos, telhas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;rumor e grito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-6432594661459130085?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/6432594661459130085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=6432594661459130085&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/6432594661459130085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/6432594661459130085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/desatino-sbio-do-silncio-da-espera-o.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nzxKvfuqO-E/R7Y0-IkWK-I/AAAAAAAAADE/IX0xNqhCIdM/s72-c/moebius2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-7692854780641080483</id><published>2008-02-15T15:08:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T15:12:55.706-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Esta feminilidade narrativa&lt;br /&gt;que a poesia desconhece&lt;br /&gt;descobre os próprios caminhos&lt;br /&gt;na Ilíada suburbana desvairada.&lt;br /&gt;odisseu se perdeu&lt;br /&gt;nos trilhos do trem.&lt;br /&gt;às espadas,&lt;br /&gt;à pólvora chinesa&lt;br /&gt;em bairros do leste ao sul.&lt;br /&gt;Uma capital sangrenta&lt;br /&gt;descreve a lápide trancada;&lt;br /&gt;marcas criptográficas dos dedos sujos a nanquim.&lt;br /&gt;são pequenas correções em umas poucas linhas.&lt;br /&gt;"Desculpe-me, isso não é uma carta de amor"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-7692854780641080483?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/7692854780641080483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=7692854780641080483&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/7692854780641080483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/7692854780641080483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/esta-feminilidade-narrativa-que-poesia.html' title=''/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-8741744663080512076</id><published>2008-02-11T12:27:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T12:37:09.180-08:00</updated><title type='text'>Quinta-feira, sete de fevereiro de  2008</title><content type='html'>Um após o carnaval&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chuva torrencial pelas esquinas da Augusta.&lt;br /&gt;as pessoas tomam café, vinho, água no conjunto nacional, tomam o silêncio rasgado pelos murmúrios de uma certa FM, que insistentemente toca algo em língua bárbara, goda, bretã. Diante do espectador, uma família: mãe, pai, filha, albinos, brancos, germanos os olhos azuis, a pele alva de uma alvura idescrítivel.&lt;br /&gt;A mãe algo de cinqüenta, a filha, de certo quatorze, o pai, findo sua maturidade sexagenária. Sorriso apagado, dele, o pai; severidade à mostra, olhar furtivo, perdido.&lt;br /&gt;discretos olhos desafiam a vigilãncia paterna, masculina.&lt;br /&gt;Impaciente, diz o pai:&lt;br /&gt;-Chove, a conta por favor!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dada por fim a aventura feminina!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-8741744663080512076?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/8741744663080512076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=8741744663080512076&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8741744663080512076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/8741744663080512076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/quinta-feira-sete-de-fevereiro-de-2008.html' title='Quinta-feira, sete de fevereiro de  2008'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-1419910996763438339</id><published>2008-02-10T11:54:00.000-08:00</published><updated>2008-02-10T12:03:10.351-08:00</updated><title type='text'>poesiaIV</title><content type='html'>quaquer chuva que seja,&lt;br /&gt;embarca medos,&lt;br /&gt;embarca olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o tietê grita,&lt;br /&gt;as ruas cheias,&lt;br /&gt;os passos febris...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;noite: caos&lt;br /&gt;multidão:aconchegante espera,&lt;br /&gt;ironia à parte,&lt;br /&gt;plataforma plena,&lt;br /&gt;vagões soturnos da primeira à ultima viagem;&lt;br /&gt;sem gestos,&lt;br /&gt;sem fatos,&lt;br /&gt;apenas a inquietante espera do desembarque derradeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" com licença, desço aqui"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fica um vazio, logo preenchido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nem a chuva deixa os homens mais homens do que são.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-1419910996763438339?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/1419910996763438339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=1419910996763438339&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1419910996763438339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/1419910996763438339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/poesiaiv.html' title='poesiaIV'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2922294379000998493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2922294379000998493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2922294379000998493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/sem-data.html' title='sem data'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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desenganado de adeus, a pequena dama do quarto vermelho que  acena em lágrimas confusas.&lt;br /&gt;            A janela apenas estala o vento que ardilosamente sopra a tempestade em fios cabelos negros pela sedosa cortina, os olhos a espreita da chegada, um olhar perdido na noite, passos tímidos, gestos contidos, nada pode assustar o desejo que impreciso se manifesta quieto e lívido por entre as frestas das paredes.    &lt;br /&gt;            Na rua, o vento celebra uma sinfonia tímida e imprecisa.   &lt;br /&gt;           Lívia sentia a solidão tocar-lhe o peito, não compreendia porque fora deixada na porta de um altar feliz e duradouro; a mãe sempre a espreita de um casamento rentável, não poupava esforços para conduzi-la a um novo relacionamento, o pai, bonachão, não ligava que a filha voltasse para casa, afinal era a única de um bom casamento, mesmo sendo um casamento de fachada, pois casara-se com Glória, porque o sr Pedro era um bem sucedido empresário no ramo de couro.&lt;br /&gt;            Os domingos cheios de cerveja e carne,  o jornal da banca, o futebol, as tardes e a menina no colo, todas as coisas que animam um simplório pai-avô, contudo, o tempo lhe furtava a vontade de viver. As semanas arrastavam-se, as lojas do falecido sogro já não lhe rendiam nenhum fruto capitalista, talvez a falência.&lt;br /&gt;             Um dia, a filha entrou em casa e viu o pai deitado, boca aberta, olhos vítreos, mãos estanques sobrepostas ao peito, o silêncio respirava o ar do quarto, ela , a filha, aproximou-se dele, o pai, quis tocá-lo, porém o receio a impediu, ficou ali, apenas ali, não se sabe quantos sopros de vida passaram pela sua cabeça, quantas tardes no parque, quantas idas a quinta de seu mane; ela estava  ali, a filha, a observar ele, o pai, velho, cabelos grisalhos, boca aberta, olhos vítreos, mãos postas, e um ronco infernal de acordar todos os defuntos do inferno.     &lt;br /&gt;O domingo passou sonolento, o calor da calçada esvaía grotescamente por sobre os pés descalços dos moleques que jogavam futebol. Caminhavam os olhos em torno da bola que atravessava os dois marcos  postos em extrema posição, as mãos atentas aos movimentos dos corpos, num baile derradeiro e frenético do roçar suado dos pés sobre a esfera feita de pedaços de couro cortado, sobra de um bovino abatido.&lt;br /&gt;Da janela, espiava com sobrancelhas erguidas, no canto da boca um cigarro fino, a fumaça travava a respiração que era ofegante e inquieta, pasma com o jeito passivo com que os jovens se atiravam para a vida, atrás de si, o pai roncava, esbaforido e torturante em espaços cada vez menores, as paredes oscilavam diante do ruído provocado pelo som ensurdecedor, oriundo das entranhas daquele ser balofo. Subitamente a trajetória da esfera de couro fora cortada por um chute na transversal, pequeno ricocheteio em uma quina de parede, subira a uma velocidade de  metros, incomensurável, saíra em órbita, retorno fogoso sobre as mãos do arqueiro, que inutilmente tentava interceptar o destino da agora oval esfera recém transformada pela pressão do ar contra o corpo físico. O defensor atira-se, toca com as pontas dos dedos um dos pólos do objeto voador, resvala num vaso de rosas vermelhas, derruba-o, espatifa-o em inúmeros fragmentos, grãos, pétalas, vermes, insetos, cacos, vida e morte.  &lt;br /&gt;Já é noite, as cortinas fecham-se com medo do luar que insite em entrar, penetrar furiosamente, porém é impedido pela luminosidade, fruto da eletricidade, capítulo novo da modernidade. Lívia caminha a passo largos, a casa é cortada pelo seu movimento sensual e triste; o pai já não está dormindo, afinal relinchou a tarde toda, resta-lhe a inquietação de quem não tem o que fazer com os dias que passam rapidamente pela cabeça, pelos braços e pelo estômago.&lt;br /&gt;A filha senta numa cadeira de tecido vermelho, estende a mão direita e pega um livro, esfolheado e largado em outras tentativas de leitura, o pai também se senta diante dela, coça o queixo, olha pela janela, a rua ainda mantém o murmúrio da tarde que se esconde dando lugar à noite que chega com a boca aberta, querendo engolir  os poucos restos do dia que se pôs há tempos. Os olhos confusos do pai param diante dos olhos da filha, tristes em lágrimas soluçam; convalescente estende as mãos em torno do rosto gélido da sua pequena menina, os dedos anseiam o toque que se ensaia no ar num gesto quase paternal, suspenso talvez pelo medo do desejo perdido desde a infância de Lívia “– Por que você não tenta?” “Tentar o quê pai?” “Tentar, tentar... quem dorme sou eu e não você!!!” – Silêncio... Respiração... Silêncio... Respiração... “– Vou sair pai!” – Ela se joga para cima com uma força fenomenal rompendo a imutabilidade  do corpo, com a língua enrolada com o que disse a  filha, o  progenitor num súbito lance de sorte, pois o corpo  pendia sempre para a esquerda em decorrência do peso que o incomodava, devido ao sedentarismo amargo que se arrastava durante anos, ergue-se em guindastes existenciais que o sustentam sobre os dois pés, bípede era aquele homem, porém quase quadrúpede – Aonde você vai? A noite está caindo, pode uma moça andar tranqüila pelas ruas sem que seja molestada por algum qualquer? Que me diz? Dizia acabrunhado, escorando-se nas costas da poltrona. – Não sei aonde estou indo, só sei aonde quero chegar. Respondeu, dando de ombros e andando rapidamente até a porta da sala;  toca a maçaneta, torce-a na mão, aperta em entre os dedos, gira e puxa a porta para perto de si. A rua mostra-se em inquieto fervilhar de idas e vindas, os carros circulam de um lado a outro, gentes falam, espiam. Apontam, olham, caminham em sôfrego respirar mofado, plausível pelo calor que levita das calçadas, o cheiro de querosene queimando mescla-se com o das panelas de barro que ardem a gordura de porco, o vento sussurra pálidos assobios e gajos desfilam o cravo na lapela no terno risco de giz. Ela cheira essa multidão babilônica de gostos, cores, odores e movimentos, desce as escadas pequenas que dirigem os pés ao primeiro sinal da libertação, passos, sutis passos são dados; um branquinho estende o braço direito, o rosto ainda marcado pela puberdade, o sorriso maroto na face, atravessando a esteira da calçada passa por ele, deixa atrás de si os olhares atônitos, caminha num balouçar  de ancas e pernas, o vestido mistura-se neste ritual  de bocas e olhos, cuja arte da sensualidade está em se esconder, sem se ocultar por demais.  &lt;br /&gt;Ficaram a lua, os grilos e  as estrelas, todos os elementos daquela natureza pura  que os românticos admiravam tanto, ficaram contemplando o despertar de uma mulher que se abandonou ao sortilégio dos dias vindouros. O pai, pálido que era permaneceu ali em seus aposentos, flácido e em benévolos pensamentos a reflexionar sobre a possível decisão da filha, descobriu então que a menina se fora, que no lugar da chorona e triste criatura estava surgindo uma outra pessoa, outrora impossível de ser. Talvez ela esteja uma mulher e quiçá ainda seja uma garota.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-2634492737708153612?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/2634492737708153612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=2634492737708153612&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2634492737708153612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/2634492737708153612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/conto-liberdade-aps-porta.html' title='Conto: A liberdade após a porta'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-606144336620704344</id><published>2008-02-07T18:40:00.003-08:00</published><updated>2008-02-07T18:40:56.533-08:00</updated><title type='text'>poesia II</title><content type='html'>a poesia não pode,&lt;br /&gt; não deve ficar"apenas"&lt;br /&gt;no concreto da cidade.&lt;br /&gt;pobres esquinas, cruzadas&lt;br /&gt;pelas sínteses femininas&lt;br /&gt;que o   brilho&lt;br /&gt;se perde na paulista;&lt;br /&gt; tão pobres sinos,&lt;br /&gt; alertam o brilho desgarrado da retina,&lt;br /&gt;o corte fino da navalha, a pesquisa sangüínea.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-606144336620704344?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/606144336620704344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=606144336620704344&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/606144336620704344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/606144336620704344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/poesia-ii.html' title='poesia II'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-362584316352107168</id><published>2008-02-07T18:37:00.003-08:00</published><updated>2008-02-07T18:37:42.984-08:00</updated><title type='text'>poesia</title><content type='html'>poesia&lt;br /&gt;árcade&lt;br /&gt;vazia&lt;br /&gt; de uma subjetividade&lt;br /&gt; perdida nos cadernos escolares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; tudo gira em torno da mesmice da lousa não preenchida,&lt;br /&gt;é também  trocados pela caneta azul;&lt;br /&gt; o cinema propaga a glória do circo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-362584316352107168?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/362584316352107168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=362584316352107168&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/362584316352107168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/362584316352107168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/poesia.html' title='poesia'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6517225665009574083.post-3843835417655026145</id><published>2008-02-07T18:03:00.001-08:00</published><updated>2008-02-07T18:14:26.673-08:00</updated><title type='text'>Moderno: Cinema e História</title><content type='html'>O moderno é igual à revolução ou à revolta?&lt;br /&gt;Professor Erivaldo dos Santos- mestrando em Crítica Literária PUC-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte, quando acuada pela Revolução Industrial, lança-se na busca de seus princípios fundamentais e fundantes, ou seja, de sua essência, de sua nova identidade. Percurso que impele para o neolítico e para abstração - pólo a ser privilegiado. (Ana Cláudia Oliveira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é Moderno? A modernidade está fadada ao envelhecimento? É o modernismo vigente o glamour das passarelas?&lt;br /&gt;O presente trabalho visa estabelecer um nexo de sentido entre três campos de conhecimento humano, a saber: história, cinema e literatura. Para tanto, optou-se pela leitura das seguintes obras como suporte teórico a “Vanguarda Européia e modernismo Brasileiro” de Gilberto Mendonça Telles, “Michelet e o Renascimento” de Lucien Febvre.&lt;br /&gt;Inicia-se o presente trabalho observando o que Febvre diz sobre o historiador Michelet e a Renascença, apresentando o conceito de moderno como uma etiqueta para rotular o período que sucede a Idade Média; para ele, o epíteto moderno não passa de um joguete lingüístico, cuja definição é meramente adaptável ao tempo e espaço e à conveniência:&lt;br /&gt;“Moderno, para o geólogo, começa com o aparecimento do homem sobre a terra...”, para “arquitetura moderna: é dito de todos os gêneros da arquitetura em que tem estado em uso no ocidente a partir do começo da Idade Média (...)”.&lt;br /&gt;Como se vê, o termo moderno para Lucien é um vocábulo anacrônico, portanto, flutuante, no que diz respeito às definições temporais.&lt;br /&gt;É evidente que o marco para o espírito da ciência é o Renascimento, porém, o próprio nome depõe contra o conceito de “moderno”, pois é o conjunto de ações tomadoras como modelos da arte, da filosofia greco-romana, logo, a filosofia é redescoberta, o passado clássico é retomado como um mundo a ser reinventado.&lt;br /&gt;A invenção da imprensa por Gutenberg (máquina de tipos móveis, técnica conhecida pelos chineses há quinhentos anos) possibilitou a DIVULGAÇÃO do conhecimento e das novidades. Ocorre uma mudança significativa de um sistema servil para um individualismo, um projeto antropocêntrico que pretendia ser a visão plena da criação de Deus e o centro do Universo, isto é, cabia ao homem definir o seu destino, mostrar sua capacidade criadora, construir um conhecimento empírico sobre o mundo, esse último aspecto contrasta com a proposta de um racionalismo, pois, a explicação para os fenômenos naturais deveria ser dada por uma razão abstrata e intelectual (René Descartes). Ressurgem-se, portanto, os autores clássicos, proibidos de serem lidos ou eram de uso exclusivo dos clérigos católicos: razão e espiritualidade em comum acordo; é verdade que a razão estava a serviço da espiritualidade católica.&lt;br /&gt;Os tais clássicos chegam ao velho mundo junto com a seda, com os tecidos nobres, com os perfumes e especiarias; produtos oriundos do velho Oriente. Eis que anexa ao luxo e à cultura, surge a Idade Moderna (diga-se de passagem, releitura da antiguidade clássica).&lt;br /&gt;A bíblia como primeiro livro impresso e traduzido para as línguas vulgares, possibilitou a leitura por todos, surgindo as heresias, que abalaram o monopólio da fé católica.&lt;br /&gt;A pesar da “democratização” do livro, nem tudo que era novo era bom, dever-se-ia e aceitar sem questionar aquilo que estava escrito, sem a liberdade de expressar o que se pensava.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação como rádio, imprensa, televisão e internet devem ser discutidas de maneira salutar, com critério e vigilância para a manutenção da verdade sobre a informação. O aspecto moderno que atualiza o homem num ser global é perigosos na fabricação de pseudoconhecimento, que aliena e conduz o indivíduo a uma ignóbil massificação.&lt;br /&gt;A reforma protestante, dentro de um contexto do que foi a febre do conhecimento luterano, mostra-nos como o aspecto do novo pode conduzir mentes não preparadas à barbárie, à ruína da própria espécie.&lt;br /&gt;A mudança de um espírito religioso, mesmo com o advento científico, não melhorou muito a vida do homem do século XVII. O conflito entre duas formas de conceber o mundo resultaria no que foi chamado pela literatura de Barroco. Uma arte dos contrários: razão em oposição ao espiritual, o material em contraste ao abstrato, ciência contra religião, nesse jogo dialético e antitético consolidaria no século vigente o iluminismo, vitória da razão.&lt;br /&gt;O espírito modernizador e civilizatório destruíram centenas de tribos em todo território do novo mundo, novo para os colonizadores que não reconheciam a soberania dos povos conquistados.&lt;br /&gt;Os jesuítas, que fizeram parte do projeto de expansão europeu, foram logo trocados pelo modelo racionalista do iluminismo. De doutrinadores a perseguidos, juntamente com os índios que insurgiam contra a dominação branca portuguesa e espanhola.&lt;br /&gt;Nesse espaço de tempo cientifico (séc. XVIII), a Revolução Industrial começa na Inglaterra e se espalha por todo o hemisfério norte durante o século XIX e início do séc. XX. Troca-se a produção manufatureira pelo processo mecânico, fundição de ferro em aço doce em grande escala só ocorre em 1870 pelo processo Bessemer. James Watt reprojeta o aparelho de Newcomem (engenho a vapor), ampliando a rotatividade dos motores, produzindo motores a vapor, que iriam gerar energia para todos os tipos de maquinário fabril, locomotiva e navios. Nota-se a velha necessidade do homem de buscar a centelha do fogo roubado por Prometeu e dado aos homens.&lt;br /&gt;Energia, movimento e velocidade eram os temas do novo mundo, um mundo construído sobre uma modernidade que negava o passado. Na literatura, nos primeiros momentos do século XX Marinett, autor do movimento Futurista faz um elogio a essa modernidade que se apresentava:&lt;br /&gt;Manifesto&lt;br /&gt;• Elementos essenciais da poesia - coragem, audácia e revolta.&lt;br /&gt;• “Queremos exaltar o movimento demasiado agressivo, a insônia febril, a corrida, o salto perigoso, a bofetada , o soco.”&lt;br /&gt;• “Glorificaremos a guerra - a única higiene do mundo -, o militarismo, o patriotismo, o gesto destrutivo do anarquista, as belas idéias que matam, o desprezo pela mulher”.&lt;br /&gt;• “Destruiremos museus e as bibliotecas, lutaremos conta o moralismo, o feminismo e toda covardia utilitária”.&lt;br /&gt;• “Declaramos que o esplendor do mundo foi enriquecido com uma nova beleza, a beleza da velocidade”.&lt;br /&gt;A modernidade apresenta-se como algo complexo e devoto à guerra. O elogio à nova estética surge como um alerta ao domínio da tecnologia e de um conhecimento controlado por um estado forte e dominador. Junto com esse cabedal de modernização morre-se a tradição, o mito, elemento a ser destruído pelas escolas, ditas modernas.&lt;br /&gt;Paralelamente a esses movimentos, o cinema desenvolvia a ilusão do movimento, da velocidade. Trata-se do último filme mudo de Chaplin, que focaliza a vida urbana nos Estados Unidos nos anos 30, imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda sociedade norte-americana, levando grande parte da população ao desemprego e à fome.&lt;br /&gt;A figura central do filme é Carlitos, o personagem clássico de Chaplin, que ao conseguir emprego numa grande indústria, transforma-se em líder grevista conhecendo uma jovem, por quem se apaixona. O filme focaliza a vida do na sociedade industrial caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho. É uma crítica à "modernidade" e ao capitalismo representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é engolido pelo poder do capital e perseguido por suas idéias "subversivas". Em sua Segunda parte, o filme trata das desigualdades entre a vida dos pobres e das camadas mais abastadas, sem representar, contudo, diferenças nas perspectivas de vida de cada grupo. Mostra ainda que a mesma sociedade capitalista que explora o proletariado, alimenta todo conforto e diversão para burguesia. Cenas como a que Carlitos e a menina órfã conversam no jardim de uma casa, ou aquela em que ele e sua namorada encontram-se numa loja de departamento, ilustram bem essas questões.&lt;br /&gt;Toma-se por base de análise o subtítulo do filme “Uma história sobre a indústria e a iniciativa privada na tentativa de ser feliz”. Fica clara a crítica ao sistema capitalista que quase enlouquece o personagem Carlitos; o homem que se transforma em máquina, aliás, o maquinário da fábrica é gigantesco, as engrenagens literalmente engole o trabalhador, que se submete ao jogo do sistema judiciário para sobreviver, prefere a cadeia à fome das ruas em época de greve. É visível que Charles Chaplin havia lido autores que apontam personagens massacrados pela sociedade, como por exemplo: Victor Hugo em Os miseráveis:&lt;br /&gt;“Após cumprir 19 anos de prisão com trabalhos forçados por ter roubado comida, Jean Valjean é acolhido por um gentil bispo, que lhe dá comida e abrigo. Mas no meio da noite ele rouba a prataria e agride seu benfeitor, mas quando Valjean é preso pela polícia com toda aquela prata ele é levado até o bispo, que confirma a história de lhe ter dado a prataria. Este gesto extremamente nobre do religioso devolve a fé àquele homem. Depois de nove anos ele se torna prefeito de uma pequena cidade, mas sua paz acaba quando um guarda da prisão que segue a lei inflexivelmente tem praticamente certeza de que o prefeito é o ex-prisioneiro que nunca se apresentou para cumprir as exigências do livramento condicional.”&lt;br /&gt;Assim como Jean, Carlitos luta para sobreviver, busca em todas as suas oportunidades a chance de construir o seu ideal: um lar. Frustra-se várias vezes sendo preso infinitamente. Descobre que arte poderia salvá-lo, no entanto, o infortúnio cai-lhe novamente, é forçado a fugir com sua companheira, que juntos sofrem a fome e o relento. A personagem feminina realiza uma das intertextualidades presentes no filme. Dialoga com a cena em que Jean rouba pão e é preso por isso.&lt;br /&gt;Pode-se perceber que a crítica à modernidade é latente, ela enlouquece, aliena e destrói a individualidade humana. Com relação a isso, a cena de abertura de Tempos Modernas é gritante. A sobreposição de imagens de um rebanho de ovelhas à imagem de um grupo de trabalhadores iniciando o dia de trabalho, mostra nitidamente a identificação com o naturalismo de Emile Zola.&lt;br /&gt;Os movimentos repetitivos de Carlitos são uma ironia ao processo industrial desenvolvido por Henry Ford, que se constituí como uma extensão do que foi o taylorismo, processo de produção industrial em série, largamente usado pelas fábricas de automóveis durante a década de cinqüenta nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;A imagem que pode resumir a conclusão desse trabalho é retirada da cena final da película de Chaplin: o homem precisa erguer-se e continuar a sua humanidade.&lt;br /&gt;A modernidade envelhece-se, o hoje será o ontem e não será o amanhã (futuro). O homem dessa modernidade é um Heros (conceito grego), busca a realização de um caminho que indique sua individualidade perdida a partir da Revolução industrial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6517225665009574083-3843835417655026145?l=literaturamusic.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://literaturamusic.blogspot.com/feeds/3843835417655026145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6517225665009574083&amp;postID=3843835417655026145&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3843835417655026145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6517225665009574083/posts/default/3843835417655026145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://literaturamusic.blogspot.com/2008/02/moderno-cinema-e-histria.html' title='Moderno: Cinema e História'/><author><name>Eri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01859392627022134612</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_nzxKvfuqO-E/SKIzj2DqMmI/AAAAAAAAAHk/kEbRztlYFfE/s1600-R/100_0037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
